terça-feira, 3 de agosto de 2010

Ainda que eu falasse...

Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...

Ainda que eu chorasse
as tragédias do mundo
e cantasse pra aqueles que sofrem
sem amor, eu nada seria

e que jogasse no time dos campeões
e mesmo com a batalha ganha lutasse
sem amor, eu nada seria

e ainda que eu falasse a lingua das flores, e gritasse pra que todos ouçam
e ainda que transpirasse sangue pela vida
sem amor, eu nada seria





As vezes as coisas mais simples, se tornam muito dificeis, pesadas e impossiveis, é ali que voltamos a pensar no que deviamos ter feito, no mal que poderiamos e deveriamos ter reparado, em todas as vezes que ouvimos um não, em todas as vezes que negamos um sim, e eu que tant o falei das flores, mesmo sem saber ou entender, sem propriedade, embasamento, não falo das flores de se ver, e sim das de sentir, não sei oque estou de fato escrevendo, nem pra quem, afinal, acredito que ninguem leia esse blog, se é que alguém além de mim ja entrou nele...perdi a linha de raciocinio, essa é a minha deixa, usei um trecho da carta aos corintios na poesia acima, licença poetica manolo.

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